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domingo, 26 de setembro de 2010

Moradores de São Gonçalo continuam convivendo com esgoto e lama pelas ruas, apesar da liberação de R$ 22,4 milhões pelo Ministério das Cidades

Ministério das Cidades já liberou verba de R$ 22 mi desde 2007. Três anos se passaram e as obras só foram iniciadas pela Prefeitura em julho de 2010, no bairro do Salgueiro. Moradores da Fazenda dos Mineiros continuam convivendo com esgoto e lama pelas ruas, apesar da liberação de R$ 22,4 milhões pelo Ministério das Cidades (MC), aprovada em 21 de setembro de 2007, para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no bairro. Três anos se passaram e as obras só foram iniciadas pela Prefeitura em julho, no bairro do Salgueiro. A Câmara de Vereadores acompanha a execução dos investimentos e diz que há uma “lentidão preocupante” nas intervenções. “As obras do PAC na cidade sofrem com uma série de atrasos.

sábado, 25 de setembro de 2010

Em São Gonçalo, buracos, falta de saneamento, iluminação pública e de asfalto impedem acesso de ambulância

No bairro de Alcântara, em São Gonçalo, o abandono já virou risco de vida para a população. O rodoviário Amilton Brum, 37, escreveu queixando-se de falta d’água, de iluminação pública, coleta de lixo e asfalto na Rua Cesarino Dandt, no sub-bairro Anaia. Segundo ele, os buracos na via já impediram que moradores recebessem socorro médico porque a ambulância do Samu não conseguiu passar. No sub-bairro Lagoinha, a Rua Bernadino Palmier sofre com o mesmo problema. Cheia de crateras, é impossível passar por lá a pé ou de carro em dias de chuva. A prefeitura informou que já foi finalizada a licitação para obras de asfaltamento de duas vias de Lagoinha. Outras serão inseridas no próximo ano. Mas os problemas se espalham por Alcântara. No sub-bairro Jardim Catarina, o abastecimento de água é insuficiente.

Esgoto à céu aberto

Moradores também reclamam que obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) desviaram esgoto da Avenida Albino Imparato para desembocar, a céu aberto, na Rua Santa Catarina.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Em São Gonçalo, sereia morre na praia

A Praia das Pedrinhas, em São Gonçalo - que terça-feira recebeu a equipe do Jornal Nacional do Ar -, parece mais um lixão com vista para o mar. Moradores e comerciantes dizem que fazem a limpeza do local, mas não é o que as fotos mostram. Até uma sereia acabou afogada em tanta sujeira.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, não sai na foto e ainda paga a conta

A prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset, bem que tentou sair na foto brindando com um cafezinho...
...entre Cabral e Dilma, pediu, pelo amor de Deus, uma xícara, enquanto os três (Lindberg Farias, Dilma e Cabral) conversavam animadamente...
...mas, no fim, Panisset parece que desistiu da bebida e se contentou em apreciar a saudação de Dilma Rousseff, que lhe entregou a conta do cafézinho 

Estragos causados pelas chuvas de abril ainda castigam São Gonçalo

Quem mora no Engenho Pequeno reclama da falta de atenção da Prefeitura. Na época do desastre, apenas a Defesa Civil teria sido enviada ao local e depois não retornou mais Já se passaram mais de cinco meses que chuvas assolaram alguns municípios do estado do Rio, mas em São Gonçalo os estragos deixados por inúmeros desabamentos de terras continuam intactos em alguns pontos da cidade. Quem mora no local reclama da falta de atenção da Prefeitura, que apenas enviou a Defesa Civil nos locais nas semanas seguintes ao dia 6 de abril - data das primeiras chuvas – e depois não voltou mais nas áreas atingidas. No Engenho Pequeno, uma pedra gigante – de mais de 8 metros de altura – desabou no meio da rua, levando junto postes e fios elétricos. Para piorar ainda mais a situação de moradores do local, um dos dutos de esgoto da rua quebrou e agora ele está a céu aberto. No mesmo bairro, na Rua Cássio Raposo, parte da via cedeu e abriu uma cratera no chão. Segundo relatos de moradores, a Prefeitura abriu uma opção de caminho alternativo para carros e pedestres dentro do terreno do Ciep Armando Ferreira, ainda no início de abril. Na Covanca, bairro vizinho, a reclamação é outra. A dona de casa Dulce de Carvalho Barroso, de 59 anos, teve que colocar a mão no bolso para poder fazer o conserto dos estragos deixados pelas chuvas.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Deputado para viagem de ônibus e ainda ameaça demitir motorista

(Sucursal-Rio 17/09/2010 06:28h)

O Deputado Marcio Panisset (PDT-RJ), candidato a reeleição protagonizou um episódio no mínimo curioso nesta quinta-feira (16/9). Após parar um ônibus que seguia de Alcântara em São Gonçãlo, para Niterói, na região metropolitana, o deputado, que é ex-secretário de saúde da mesma cidade, entrou no coletivo e no melhor estilo dos camelôs que vendem doces, iniciou um discurso entusiasmado sobre as realizações da prefeitura, atrasando a viagem e constrangendo os passageiros. Após avisar que precisava seguir viagem com o coletivo,o motorista ouviu de um dos vários assessores que entraram junto com o deputado, o pedido que tivesse paciência.
Após vários minutos sem que a comitiva arredasse pé do coletivo, o motorista sugeriu sutilmente que precisava seguir viagem e que o discurso poderia continuar com o veículo em movimento, e foi então verbalmente ameaçado pelo parlamentar, com a pergunta: "- Você quer perder seu emprego?"
- Em um silêncio constrangedor da platéia incrédula no coletivo, o deputado, que é irmão da prefeita Aparecida Panisset (PDT-RJ) terminou seu discurso e desceu do ônibus sem nenhuma manifestação dos presentes, nem de apoio nem de repúdio.

"- A sensação que fica é que este senhor se considera dono das vidas das pessoas." - Disse uma das passageiras que não quis ter seu nome revelado.
O motorista relatou que o transtorno atrasou a viagem em 17 minutos.

Direto da Redação: Paula Santos

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Tribunal de Contas investiga contratos de pavimentação em São Gonçalo

Modificações sem justificativa e serviço mal prestado no município geram desconfiança. Reportagem publicada em O FLUMINENSE no último final de semana relembrou o problema . Além da investigação sobre as falsas promessas que teriam sido feitas pela prefeita de São Gonçalo Aparecida Panisset (PDT) em 2006, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) analisa outros dois contratos de pavimentação de ruas feitas durante a primeira gestão da atual chefe do Executivo gonçalense. Segundo relatórios de técnicos do órgão, o contrato para 32 quilômetros de pavimentação e outros 27 de drenagem sofreram alterações sem nenhuma justificativa. A vistoria também constatou que em oito ruas o asfaltamento apresentou buracos e rachaduras. Questionada pelo TCE, a Prefeitura de São Gonçalo justificou a má qualidade da pavimentação afirmando que a empresa contratada “teria prestado um mau serviço”. Mesmo assim, dados dos técnicos do Tribunal apontam que o município liberou mais de R$ 19 milhões, dos R$ 20 milhões previstos em contrato, pelo serviço. Segundo o TCE, o montante só deveria ser liberado se “as recomendações técnicas (a qualidade da pavimentação) da obra estivessem dentro do padrão exigido”. O relator ainda fez questão de ressaltar os atrasos no cronograma de obras previstas inicialmente para serem entregues em 10 meses, mas sofreram um atraso de seis meses. Os técnicos analisam, ainda, um aditivo feito no contrato 005/05 sem nenhuma concorrência pública. Em 2006, a Prefeitura acrescentou outras ruas no cronograma de obras sem a devida justificativa, onerando em mais R$ 4 milhões os cofres municipais. O TCE informou que as irregularidades foram anexadas no processo nº 222.822-4/07 que está sob análise do órgão.

Na edição de domingo e segunda-feira, O FLUMINENSE mostrou que, dois anos depois de anunciar (em campanha pela reeleição) ter pavimentado mais de 100 ruas em São Gonçalo através do programa “Obras de Mutirão”, 30% das ruas prometidas não viram a cor do asfalto. Segundo o relatório, 33 das 109 vias ditas concluídas não receberam obras de pavimentação e drenagem.

A Prefeitura de São Gonçalo, mais uma vez, não respondeu às insistentes ligações de O FLUMINENSE.

O Fluminense

domingo, 12 de setembro de 2010

TCE e MP do Rio investigam Aparecida Panisset pela falta de asfalto nas ruas de São Gonçalo

Relatório do Tribunal de Contas do Estado revela que 30% das obras de pavimentação anunciadas pela prefeita Aparecida Panisset como concluídas sequer foram iniciadas. Dois anos depois de anunciar, em campanha pela reeleição, ter pavimentado mais de 100 ruas em São Gonçalo através do programa “Obras de Mutirão”, a prefeita de São Gonçalo, Aparecida Panisset (PDT), teve de se explicar ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). De acordo com auditoria do órgão, 30% das ruas prometidas não viram a cor do asfalto. Segundo o relatório, 33 das 109 vias anunciadas concluídas num panfleto distribuído à população em 2008, não receberam obras de pavimentação e drenagem. A entidade não-governamental Amigos Associados de São Gonçalo (Amasg) afirma que mais de R$ 28 milhões deixaram de ser aplicados e até hoje a Prefeitura de São Gonçalo não prestou contas de para onde foi a verba. As irregularidades estão sendo investigadas pelo Ministério Público Estadual.

“Em 2007, denunciamos ao Ministério Público a suspeita de desvio de verbas das obras de pavimentação da cidade. Até hoje o processo não foi concluído por falta de informações da Prefeitura. É uma máquina sem fim de irregularidades”, afirmou Valdo Barros, presidente da entidade.

Apesar de a prefeita Aparecida Panisset ter distribuído santinhos durante a campanha eleitoral de 2008, onde se candidatou à reeleição, anunciando a conclusão das obras, técnicos da Secretaria Municipal de Obras informaram aos fiscais do TCE que as 33 ruas não receberiam obras. Segundo os técnicos, os recursos seriam aplicados na pavimentação de outras ruas que, na opinião da prefeita, “seriam de prioridade pública”.

Contudo, questionados pela equipe do TCE, os funcionários da Prefeitura não souberam informar onde seriam essas obras. No relatório, o relator citou as mudanças como uma “completa falta de transparência” na gerência de recursos públicos”, ressaltando que “supostas” modificações contrariam a Lei das Licitações (Lei Federal nº8.666/93).

“É uma irregularidade atrás da outra. A Prefeitura se utiliza de contratos firmados para operacionalizar votos para seus candidatos em época eleitoral. É um absurdo essas ruas não estarem asfaltadas”, afirmou o vereador Ricardo Pericar (PDT), que fez as denúncias ao TCE em 2009.

Espera – Longe da disputa nos tribunais, quem não aguenta esperar mais são os cerca de 50 mil moradores que são afetados direta ou indiretamente pela falta de obras. No bairro do Rocha, na Rua Luiz Paster, o militar aposentado Roberto Benevides, 59 anos, reclama do esgoto que corre a céu aberto.

“Tem uma creche a poucos metros desse valão e ninguém faz nada. A gente não aguenta mais ver essa situação se repertir. Quando será que ela (prefeita) vai cumprir o que prometeu?”, questionou Roberto.

Assim como no Rocha, moradores do Boa Vista, Galo Branco, Boaçu, Porto Rosa, Arsenal, Tribobó, Barro Vermelho, Convaca e Neves sofrem com o problema. Na Rua Elvira Paiva, no Gallo Branco, os moradores denunciam obras de maquiagem.

Tribunal aguarda justificativa da Prefeitura

O TCE constatou que o contrato nº 032/07 não foi cumprido na íntegra pela Prefeitura de São Gonçalo. O relator do processo nº 218.245-7/09 cobrou, em maio, a justificativa ao município. Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura não justificou as alterações ao órgão fiscalizador. O processo deve voltar para análise do plenário ainda este ano. Se condenada por improbidade pela corte, a prefeita e outros envolvidos na licitação poderão ter seus direitos políticos cassados.

A Prefeitura não respondeu sobre as irregularidades apontadas pelo Tribunal e nem para onde foi a verba que seria usada na pavimentação das 33 ruas.

Ruas esquecidas pela Prefeitura

- Rua Aquidauana - Boa Vista
- Rua Osório Duque Estrada - Galo Branco
- Ruas Lourenço Furtado Mendonça, Luiz Paster, Dr. Salk, Salvador Palmier - Rocha
- Ruas Lins Rego, Dama Ortiz, Antônio Menezes, Antonio Gomes, Otacilio Souza, Dona Clara, Coronel Soares, Basílio Teles e Judith Bahiense - Boaçu
- Rua Ismael Passos - Porto do Rosa
- Estrada Olívia Lopes - Arsenal
- Rua Exp. Francisco Batista - Tribobó
- Travessa Rodrigues - Barro Vermelho
- Rua Marechal Floriano - Covanca e Neves
- Estrada do Arrastão - Arrastão
- Rua Januário Ribeiro - Lindo Parque
- Travessa Silva - Venda da Cruz
- Travessa São Gonçalo - Centro
- Av. Eugênio Borges I - Rio do Ouro
- Rua Januário - Engenho Pequeno
- Rua Machado Castro - Itaúna
- Rua Fontes (trecho) - Porto Novo / Paraíso
- Travessa Lourdes, Travessa Adalgisa, Travessa Adhail, Travessa Pereira Duarte, Rua Ezequiel Monteiro, Rua Maria Rita - Porto Novo, Paraíso, Patronato e Gradim

Ouça a notícia veiculada pelo Ricardo Boechat na Bandnews FM, sobre o caso Márcio Panisset

Ouça a notícia veiculada pelo Ricardo Boechat na Bandnews FM

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Aparecida Panisset é denunciada por abuso de poder eleitoral

Vereador encaminhou material demonstrando propaganda abusiva da prefeitura em favor do irmão da prefeita, Márcio Panisset

A Procuradoria Regional Eleitoral – PRE, encaminhou, nesta quarta-feira, 08 de setembro, ao TRE duas ações de investigação judicial eleitoral contra a prefeita de São Gonçalo, Maria Aparecida Panisset, seu irmão, candidato a deputado estadual, Márcio Panisset, ex-secretário municipal de saúde, além do ex-secretário municipal de desenvolvimento, Adolpho Konder Homem de Carvalho Filho, candidato a deputado federal.

As ações tiveram por base denúncias do vereador Ricardo Pericar, de São Gonçalo, e solicitam a investigação do uso da máquina pública em favor dos candidatos. Com farta documentação comprovando as práticas abusivas perpetradas pelos políticos, o vereador demonstra o abuso econômico e a conversão da máquina administrativa municipal gonçalense em verdadeiro negócio familiar da família Panisset.

As penas previstas para os crimes eleitorais a que se referem estas ações são de perda de mandato e inelegibilidade por 8 anos, para o detentor de mandato político. Para os candidatos prevê-se a inelegibilidade para esta eleição e nos próximos oito anos, cassação do registro de candidatura ou diploma e multa.

Ações de Investigação

Na primeira ação, consta que a prefeita, o irmão e o apadrinhado, a partir do final do ano de 2009 e ao longo do ano 2010, abusaram do poder político e econômico em benefício da candidatura dos dois últimos, por meio de uma gigantesca estratégia de marketing eleitoral, disparada com bastante antecedência, para a qual foram necessários grandes aportes financeiros, e para o qual foram usados, indevidamente, recursos públicos da prefeitura de São Gonçalo.

Na segunda ação, os indícios demonstram que Aparecida Panisset e Márcio Panisset usaram imóveis da prefeitura para a exibição de faixas de agradecimento ao ex-secretário de saúde e à prefeita, o que caracteriza a prática de conduta vedada. O nome dos candidatos apareceu ainda nos cartazes de divulgação dos lançamentos de obras e inaugurações.
Constam no processo várias fotos e reproduções de páginas do site oficial da prefeitura de São Gonçalo mostrando que Márcio Panisset participa de eventos promovidos pela prefeitura, além de lançamentos de programas que não fazem parte da secretaria de saúde, da qual foi titular.
 
A procuradora eleitoral, Silvana Batini, destaca que “outras fotografias comprovam ainda que o candidato a deputado estadual utilizou veículos da Prefeitura para realizar o transporte de carvão para uma festa particular realizada no Clube Tamoio, cujo caráter era de promoção pessoal com finalidades eleitoreiras”.

Abuso de Poder

A estratégia de propaganda abusiva em favor dos ora candidatos valeu-se de duas vertentes, explica Batini. “de um lado, a estrutura da prefeitura de São Gonçalo foi utilizada para beneficiar as candidaturas, direcionando a propaganda institucional da prefeitura de molde a promover as candidaturas em questão. De outro lado, uma campanha dispendiosa de distribuição organizada de out doors, faixas e realização de festas com distribuição de brindes, com nítido propósito de promoção em benefício dos candidatos representados, atividade que se iniciou ainda no final do ano de 2009 e se prolongou ao longo do presente ano”.

Vale ainda destacar que a Lei Complementar nº 64/90 visa assegurar a legitimidade e a legalidade de condições aos postulantes, determinando sanção severa à violação aos dispositivos e imputando a pena de cassação do registro e declaração de inelegibilidade. Pune, portanto, todos as atos que possam importar em abuso e desvios com a potencialidade de influir nos resultados das eleições.

Esgoto invade casas no Centro de São Gonçalo e põe a saúde de moradores em risco


Problema acontece desde junho na Rua Aloísio Neiva, no Rodo. Além do risco de contaminação, população local também está preocupada com a estrutura das residências

Moradores da Rua Aloísio Neiva, no bairro do Rodo, em São Gonçalo, estão sofrendo com o esgoto que invade suas casas. Desde o dia nove de junho, algumas residências começaram a ser invadidas por esgoto e, enquanto a Prefeitura não soluciona o problema, os moradores se preocupam com o a estrutura de suas casas e com o risco de contaminação por doenças transmitidas pelo esgoto.

O médico Eduardo Alberto Vieira de Souza, de 57 anos, reclamou que, somente depois de expedido um mandado judicial pela 7ª Vara Cível do município, na semana passada, a Prefeitura iniciou as obras para tentar resolver o problema dos moradores. No entanto, as reclamações já estariam sendo feitas à Prefeitura há quase três meses e as providências só teriam sido tomadas na última segunda-feira.

Ainda de acordo com o clínico geral, uma equipe da prefeitura teria tentado desentupir a tubulação sem sucesso e engenheiros teriam chegado à conclusão de que o problema foi a construção de quase 30 anos de um prédio sobre a rede de esgoto. Além de construir muretas na sua varanda para tentar impedir a invasão do esgoto em sua casa, o morador adquiriu duas bombas de sucção.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Em São Gonçalo, o bairro Venda da Cruz, sofre com o acúmulo de lixo e a má conservação do asfalto

Se a primeira impressão é a que fica, a imagem de São Gonçalo tem tudo para ficar arranhada. Uma das portas de entrada da cidade, o bairro Venda da Cruz sofre com o acúmulo de lixo e a má conservação do asfalto de algumas de suas principais ruas. Não é preciso andar muito para notar os problemas. Logo no limite com Niterói, os motoristas que trafegam tanto pela Rua Doutor Porciúncula quanto pela Rua Coronel Amarante precisam de atenção para não cair nas crateras espalhadas por ambas as vias. Morador do bairro Santa Catarina, o bancário Carlos Gomes é um dos enfrentam o drama ao cruzar as pistas esburacadas diariamente. De acordo com ele, a situação está cada vez pior. 
— Haja amortecedor para dar conta de tantos altos e baixos. Isso aqui parece até uma montanha-russa — ironizou.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Atendimento em unidade de saúde de São Gonçalo é feita no banheiro e banco de espera é um vaso sanitário


Pacientes do Posto Manuel de Abreu, em São Gonçalo, estariam sendo atendidos dentro de banheiro improvisado para medir estatura e peso. Banco de espera é um vaso sanitário

Pacientes da rede municipal de saúde de São Gonçalo estão convivendo com uma situação absurda: um consultório para pesagem e medição de estatura de crianças e adultos foi improvisado dentro de um banheiro e pacientes, que aguardam o atendimento, podem esperar sentados no vaso, que não foi removido do local.

O Posto de Saúde Manuel de Abreu, na Estrada da Meia Noite, Sacramento, possui quatro consultórios, sendo um deles odontológico, e sala de vacinação. Segundo funcionários do posto, a nova sala, que ocupa o banheiro que era destinado aos pacientes, estaria em funcionamento há poucos meses, mas os problemas, de acordo com usuários, viriam de longa data.

“O atendimento sempre foi ruim. Além de não recebermos remédios, somos mal atendidos no posto. Os piores dias são segunda e quarta-feira, quando tem atendimento de pediatra e clínico-geral. A consulta começa tarde e muita gente fica esperando na rua. O dentista também não atende tudo o que precisamos, já que nunca tem o material necessário, mas um vaso no consultório é falta de higiene”, declara a moradora MDL, de 38 anos, que não quis se identificar.

Falta de coleta de lixo gera queimadas em São Gonçalo

Estamos no século XXI, mas é como se estivéssemos na Idade Média: queimada de lixo destrói mata em Nova Grécia, São Gonçalo. O abandono do local gera problemas para os moradores e para o meio ambiente. Vizinhos que vivem num setor do bairro não contam com coleta de lixo nem outro tipo de saneamento básico.  O lixo é queimado, já que esta é a única maneira de se desfazer dele no lugar. Quem não queima o lixo acaba jogando-o nas encostas. Dois problemas que parecem não ter resposta das autoridades responsáveis pela solução.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Morador de São Gonçalo reclama de falta de solução para vazamento de esgoto

O bairro de Jardim Catarina, em São Gonçalo, vive dias de descaso em que o cidadão é obrigado a conviver com situações horríveis por falta de saneamento básico. Temos um esgoto entupido e transbordando há mais de um mês. A Cedae já foi acionada e informa que o problema tem que ser resolvido pela prefeitura. Já a prefeitura diz que problema de esgoto entupido é com a Cedae. O fato é que esse jogo de empurra já vem se arrastando há mais de um mês e o esgoto está contaminando o solo e provocando doenças na população, que está pisando em resíduos fecais, que correm pela Avenida Padre Vieira, entre as ruas 30 e 33 (loteamento velho) e 41 e 44 (loteamento novo). O vazamento está causando indignação a vários moradores que pagam seus impostos em dia e não têm condições básicas de higiene para viver no bairro.

domingo, 29 de agosto de 2010

Panfleto de evento gay cria polêmica na porta de escola de São Gonçalo

O que era para ser uma panfletagem de um evento do movimento gay em frente ao tradicional Colégio Estadual Nilo Peçanha, no bairro Zé Garoto, em São Gonçalo, acabou na delegacia. O professor e ativista Aloísio Reis, de 35 anos, registrou queixa contra funcionários da escola, acusando-os de impedirem, neste quinta-feira, a distribuição das filipetas, as quais tinham duas mulheres se beijando na boca. Aloísio contou que teria sido empurrado pelo porteiro do colégio.

A polêmica aconteceu porque o material de divulgação estava sendo distribuído, na calçada, para alunos do ensino médio da unidade, desde as 7h, horário em que os estudantes chegam à escola. A Secretaria estadual de Educação informou que vai averiguar a denúncia e, se houver necessidade, vai instaurar um inquérito administrativo.

Na 72ª DP (São Gonçalo), Aloísio contou que, a certa altura, um funcionário da direção da escola apareceu na calçada e pediu que o ativista distribuísse os panfletos no outro aldo da rua. Aloísio recusou-se. Teria acontecido uma discussão.

— Logo depois, chegou um porteiro da escola, tomou os panfletos da minha mão, nós discutimos, e ele me agrediu. Depois, ele jogou os panfletos para o alto — diz Aloísio, vice-presidente do Grupo Gay Atitude de São Gonçalo que, atualmente, não exerce mais a profissão de professor.

Aloísio conseguiu que uma pessoa, que estava no local no momento da confusão, fosse à delegacia confirmar a história do ativista. Na delegacia, ninguém soube informar, ontem, se o porteiro tinha sido encontrado para depor.

sábado, 28 de agosto de 2010

É uma vergonha a desordem no bairro Alcântara, em São Gonçalo. A Cedae rasgou o bairro de ponta a ponta e não asfaltou. Resultado: poeira para todo lado e buraco que não acaba mais. As calçadas estão destruídas e o que sobra é ocupado pelos camelôs. A prefeitura não faz nada.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Deputado Altineu Côrtes realizou autodoação incompatível com salário

Um estudo feito pela ONG Transparência Brasil revela que 39 parlamentares de todo o país, atualmente em exercício e que tentam a reeleição, afirmaram ter doado a suas próprias campanhas mais do que o patrimônio que declaram possuir. Muitos outros fizeram autodoações eleitorais que correspondem a mais de 30% de seus bens - o que contraria a lei. O deputado estadual Altineu Côrtes, do PR, candidato à reeleição, é citado no estudo pelo alto valor de sua autodoação: R$ 120 mil, o que, segundo a ONG, exige um rendimento anual de, no mínimo, R$ 1,2 milhão - valor incompátivel com o salário de um deputado estadual. O candidato, no entanto, apresentou ao Tribunal Superior Eleitoral um patrimônio de R$ 3,4 milhões.
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